Poucas e boas

Tô um pouco sem paciência pra blog ultimamente. Também pudera: cada post é uma análise prosopopéica filosófica marxista pernóstica sobre o que há de mais novo no mundo cultural. Esta tarde, Hianna e a “volta” de seu blog Confuzione me inspiraram a fazer algo mais clean, trü e sem firulas. É pá, pum, já foi.


Janelle Monáe: escrevam esse nome. A nova, nova “alguma coisa” da galera do barulho. Ela ainda é hype, mas daqui a pouco vira hit da turma do Balaio. Escute enquanto pode. Black de responsa. E não vou resenhar o álbum. PS: A filha da puta tem só 24 anos. Como pode, né?





Também tem música fofureca pra embalar aquele amorzinho gostoso nheco-nheco de inverno (?). Desconsiderem o cabelo do vocalista e a cara da coadjuvante mais feia que eles encontraram na agência por um precinho camarada. Abaixo o acúmulo, minha filha. Fiquem com Never Shout Never em Can’t stand it.





Lembra da época em as músicas eram boas? Pois é. Toma No scrubs pra ficar feliz, hipster do cão. R.I.P. Lisa “Left Eye” Lopes. Fim.



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